sexta-feira, 27 de novembro de 2009



É nessas horas que não ter um Wii faz falta. Sempre fui fã da série Fatal Frame e foi uma surpresa quando a Nintendo anunciou que compraria a franquia e a tornaria exclusiva para o seu console de mesa. Durante anos passei jogando games da Nintendo e um dos poucos jogos de outros consoles que tinha vontade de jogar era justamente Fatal Frame. E agora que não comprei nenhum videogame da nova geração, eis que a Nintendo lança em conjunto com a Tecmo o quarto game da franquia. Mais irônico que isso impossível.


De qualquer maneira, na verdade a notícia já é bem antiga, mas apenas agora resolvi procurar algo sobre o game. Pelo que pude conferir nas imagens, visualmente falando o título se difere pouco dos antecessores, até porque o hardware do Wii é apenas levemente superior ao do Gamecube e PS2. Mas não somente nos gráficos que FF lembra os antigos, como na própria atmosfera obscura, no visual bem oriental das personagens, nos cenários de fundo, como também no enredo.


Para variar ele envolve alguns acontecimentos antigos, dessa vez ligado a cinco garotas, que no passado foram sequestradas, e dez anos depois voltam à ilha onde foram mantidas em cativeiro. A protagonista da história é Ruka, que curiosamente é dublada por Mamiko Noto, seiyuu bem conhecida no universo de animes. É ela que fez a voz de Nogizaka Haruka, Tsukamoto Yakumo, Toudou Shimako e Enma Ai, a famosa "Donzela do inferno" e a personagem que mais se parece com a de uma série de terror, ao estilo Fatal Frame.


A escolha de Mamiko Noto para o papel de Ruka foi bem interessante e acertada, afinal ela combina bem com esse clima obscuro. Já as outras personagens são dubladas por seiyuus de menor expressão como a Saori Goto e a Miyuki Sawashiro. A música tema imagino que seja da Tsukiko Amano, que cantou a maioria dos temas da série. Não achei a música tão legal quanto a "Chou" do segundo game, mas imagino que seja pelo fato de ter simpatizado muito com o enredo dele. Até hoje me bate uma "depressão" quando lembro do final. E dá dó, afinal a Mio do segundo game é a personagem mais "kawaii" da franquia, dói só de lembrar a dura missão que ela carrega nas costas (e que é obrigada a executar no final verdadeiro). A Ruka até que é normal nesse ponto. Quanto a Rei sei bem pouco, afinal não consegui terminar o terceiro game.


De qualquer forma, o esquema de jogo parece ser o mesmo de sempre. O jogador ainda continua carregando uma câmera, que segue sendo a única forma de se defender dos vários espíritos que aparecem pelos cenários obscuros da ilha. Imagino que apesar do game se passar numa ilha, os cenários não deverão ser muito abertos, provavelmente há limitações em vários pontos da tela. Afinal não teria graça nenhuma, já que o grande barato de Fatal Frame são as paredes e cenários estreitos. Diferente de Resident Evil, os espíritos podem atravessar as paredes tranquilamente.

Deixei o trailer da quarta versão logo abaixo. E aproveitando a oportunidade coloquei o vídeo do segundo game também.
Trailer Fatal Frame 4
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Trailer Fatal Frame 2
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009



Acabou de ser divulgada a lista do Kouhaku, o tradicional programa musical de fim de ano, do canal NHK. De uns tempos para cá minha empolgação em relação ao programa caiu um pouco, porém nunca deixo de acompanhá-lo. Esse ano imagino que a maior surpresa seja a participação da Nana Mizuki. Desde que assisto o Kouhaku não lembro de nenhum ano em que alguma seiyuu ou cantora de anime song tenha participado. Por outro lado, não é surpresa se tratando da Nana-chan e da atenção que ela vem ganhando da mídia, principalmente depois da aparição dela no topo do ranking de vendas do Oricon e da sua participação no Music Japan.

Como sempre, os times são divididos entre branco e vermelho. O primeiro é representado pelos homens e o segundo pelas mulheres. Não costumo prestar tanta atenção nos homens, mas vez ou outra ouço algo que me agrada. Quanto ao time feminino estou surpreso com a presença da Ayaka, já que tinha ouvido falar que a cantora teve alguns problemas de saúde e poderia encerrar a carreira. Não sei o que aconteceu nessa história toda (afinal não costumo acompanhar), mas será bom vê-la no Kouhaku.

Além da Ayaka teremos a presença do Ikimonogakari, que atualmente é minha banda de j-pop favorita. Tudo bem que não gostei da música Joyful, um dos sucessos mais recentes do grupo, e sinceramente, prefiro uma música mais lenta como a Yell ou Futari. No mais, temos artistas tradicionais do programa, como a aiko, Ayaka Hirahara, Ayumi Hamasaki, entre outras. Abaixo deixo a lista de artistas, tirada diretamente do blog do Leo-Kusanagi, o Mithril.

Time Vermelho:
aiko [8]
Junko Akimoto [2]
Ayaka [4]
Angela Aki [4]
Ikimono Gakari [2]
Sayuri Ishikawa [32]
AKB48 [2]
Ai Otsuka [6]
GIRL NEXT DOOR [2]
Miyuki Kawanaka [22]
Kaela Kimura [1]
Kumi Koda [5]
Natsuko Godai [16]
Sachiko Kobayashi [31]
Fuyumi Sakamoto [21]
Yoshimi Tendo [14]
DREAMS COME TRUE [13]
Mika Nakashima [8]
Mitsuko Nakamura [14]
Ayumi Hamasaki [11]
Perfume [2]
Ayaka Hirahara [6]
Nana Mizuki [1]
Kaori Mizumori [7]
Akiko Wada [33]

Time Branco:
Arashi [1]
ALICE [3]
Hiroshi Itsuki [39]
EXILE [5]
NYC boys [1]
Saburo Kitajima [46]
Takeshi Kitayama [5]
Kobukuro [5]
Jero [2]
SMAP [17]
TVXQ [2]
TOKIO [16]
Hideaki Tokunaga [4]
Kiyoshi Hikawa [10]
FUNKY MONKEY BABYS [1]
Masaharu Fukuyama [2]
Akira Fuse [25]
flumpool [1]
Takashi Hosokawa [33]
Porno Graffiti [8]
Kenichi Mikawa [26]
Shinichi Mori [42]
Yusuke Kamiji [1]
Yuzu [3]
Remioromen [1]

segunda-feira, 23 de novembro de 2009



Esse vídeo já está bem velho, mas continuo o achando engraçado, então me vejo na obrigação de postá-lo por aqui. A obra em questão é um projeto de conclusão de curso, e tem como tema central a hipotética invasão do Brasil pelas "forças especiais" dos EUA. Para se ter uma idéia de quanto o vídeo anda meio desatual é só levar em conta que o presidente dos EUA ainda é o Bush, por outro lado, ele é o personagem perfeito para qualquer tiração de sarro com os EUA. E vocês verão ainda outros rostos bem famosos do mercado de entretenimento norte-americano.
Vídeo
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terça-feira, 17 de novembro de 2009



Fazia tempo que não ouvia nenhuma banda de j-pop, em parte porque estava desinteressado, como também tinha outras prioridades. Ultimamente tenho usado meu tempo para outras atividades mais variadas, além dos animes e por isso voltei a escutar algumas bandas. Entre as mais "novas" peguei certo apego pelo Ikimonogakari. Sempre gostei da banda desde que ouvi a canção Sakura. Não só achei a letra muito bonita, como a voz da cantora Kiyoe realmente combina com a música.

Fora a Sakura, o Ikimonogakari tem várias canções legais, sobretudo as batidas mais lentas. Há uma ou outra que não gosto, e geralmente são as mais agitadas. Antes de voltar a ouvir, lembro que a última música que havia curtido era a Planetarian. Agora depois desse retorno encontrei algumas músicas bem interessantes, Hotaru no Hikari, Futari e Yell. Cada uma delas tem a sua própria particularidade. A primeira tem um ritmo mais agitado, e até por isso foi usada como opening de Naruto. Já as outras duas são mais lentas, e pelo que eu me lembre, a Futari é tema de um dorama.

A única que não gostei dessa nova leva de canções da banda foi a Joyful. Achei feliz demais para o meu gosto e não costumo gostar de ver garotas pulando e dançando alegremente numa música. Infelizmente foi o único momento em que não consegui aceitar algo que a Kiyoe (a vocalista da banda) fez. Mas de resto a Kiyoe não só continua muito bonita, como acho que ela está cada vez mais linda. Esses dias assisti uma das primeiras apresentações da música Sakura. A data do show era no fim de 2006, e de lá para cá ela mudou bastante, visualmente falando.

Deixei os clipes da Hotaru no Kimi, Yell e Futari logo abaixo. O melhor deles na minha opinião é sem dúvidas a Yell. O clipe ficou muito legal e a voz forte da Kiyoe sempre combina bem com essas músicas mais lentas.
Yell
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Hotaru no Kimi
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Futari
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Na verdade o que aconteceu não era nem motivo para polêmica, mas o governo americano considerou certa atitude de Obama prejudicial aos interesses do país. Antes de comentar qualquer coisa, leiam a reportagem abaixo:

"Ao que parece, Barack Obama irritou seus pares em Washington, ao se curvar para o Imperador Japonês. Seguindo apenas uma tradição do país, Obama teria dado a impressão de estar se humilhando frente ao japão, e agora os políticos americanos querem saber até que ponto Obama teria desgraçado sua reputação.

"Eu não sei o que o Presidente Obama pensou. Talvez ele achou que aquilo cairia bem no Japão,mas não estou certo se é apropriado um presidente americano se curvar diante de um estrangeiro", disse um político chamado Willian Kristol, à rede Fox News. Outro conservador, Bill Bennet, declarou que "é feio. Não quero ver isso." Acrescentou ainda que "Nós não nos curvamos para reis ou imperadores". Eles reclamam pois outros líderes não se curvaram.

Como jornalista, eu não deveria demonstrar opinião, mas dane-se. Americanos, vão procurar algo pra fazer!"

Fonte: Yahoo Japan

Não sei até que ponto o nacionalismo deles vão, mas achei totalmente desnecessária a atitude tomada pelos políticos americanos. Imagino que a intenção do Obama em nenhum momento tenha sido se humilhar diante do Japão, até porque, quer eu queira ou não admitir, o Japão é um país totalmente insignificante em termos de poder militar quando comparado aos EUA. O ato certamente foi muito mais uma demonstração de respeito, do que de humilhação.

Talvez a postura de Obama irrite os políticos mais conservadores de Washington, pois ele está tendo atitudes totalmente diferentes dos seus antecessores, mas que convenhamos, passam uma imagem bem melhor dos EUA, do que a do seu antecessor George W Bush. Não sinto a menor vontade de ironizar e criticar fortemente o Obama, algo que era totalmente diferente com o Bush. Gosto da postura dele com relação aos outros países e até pelo discurso com relação as armas nucleares. Em termos de popularidade mundial, ele está muito bem. Claro que nem tudo tem sido uma maravilha no seu governo, mas esse é um assunto que não cabe discutir aqui.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009



Como grande fã de Starcraft obviamente já sai por aí em busca de curiosidades e bizarrices envolvendo meu game favorito. Nessa busca por novidades encontrei alguns vídeos bem interessantes no site do Youtube. Diria que os vídeos podem ser separados em quatro categorias diferentes, a saber: dublagens, paródias, lances inusitados e trilha sonora.

No primeiro deles temos algumas versões diferentes do Starcraft, como a japonesa e a espanhola. Ambas ficaram com uma dublagem relativamente decente. Gostei um pouco mais do Starcraft japonês. O que não muda, é que essas duas versões pelo menos contam com uma dublagem mais decente para o SCV, quando comparadas ao português e seu "SCV com nariz entupido". Tem ainda um trecho de 3 segundos mostrando o suposto dublador da Battlecruiser e seu famoso jargão "Battlecruiser Operational".

Na segunda parte temos apenas um vídeo. Trata-se de uma paródia que nos mostra como seria Starcraft na vida real. Temos a aparição de figuras clássicas como os Zealots, Marines, Ghosts, Command Centers, Barracks e diversos outros. Impossível não rir com as coreografias, a trilha sonora e a ausência de recursos para a produção desse vídeo.

Seguindo, o terceiro grupo nos apresenta vídeos mais normais e tirados diretamente do game. Em sua maioria são jogadas planejadas apenas para impressionar o espectador. Como exemplo podemos usar o vídeo onde 400 Zerglings são mortos por Nukes, ou mesmo, um vídeo onde 1600 Lings atravessam uma barreira Terran. Porém, sem dúvidas, o melhor deles é o lendário Rush de SCVs feito pelo jogador Boxer, em pleno campeonato. Esse é considerado o Rush de SCV mais bonito da história.

Por fim, a parte de trilha sonora conta com apresentações e ensaios de pessoas, que assim como eu, são viciadas na trilha sonora do game, em especial no tema dos Terrans. Coloquei no meu canal três versões diferentes da música.

Para quem quiser conferir deixo abaixo o link para o meu canal no Youtube. Todos os vídeos comentados estão na seção "Starcraft".
Canal Youtube
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009



E sinceramente fiquei surpreso e decepcionado com a notícia. Surpreso pelo fato de que o anúncio oficial só deveria sair no domingo, o que acabou sendo ligeiramente antes do tempo. Decepcionado não tanto pela Toyota, mas sim pelo fato de que o Kobayashi pode ficar sem vaga para o ano que vem, e pelo o que ele mostrou nas duas últimas e únicas corridas que participou, mereceria uma vaga sem dúvidas, principalmente quando levo em conta que pilotos como Piquet, Nakajima e Grossjean receberam uma chance esse ano.

O destino da Toyota já estava em jogo faz tempo, porém a montadora tentava desmentir a provável retirada de todas as formas, mas no fim ela própria deu fim a sua equipe de Fórmula 1. Os dois grandes motivos por trás dessa decisão foram a falta de bons resultados (a Toyota não ganhou uma única corrida desde a sua estréia em 2002) e a crise econômica mundial, que freou o crescimento da Toyota e trouxe prejuízos a empresa.

Quanto aos pilotos, os dois maiores prejudicados são o já citado Kobayashi e principalmente o Nakajima. Ambos faziam parte do programa de jovens pilotos da Toyota. O ponto é que não sei se pelo menos os pilotos a equipe continuará apoiando, mas acredito que não, o que sem dúvidas é uma pena no caso do Kobayashi. Pelo trabalho que mostrou é até possível que consiga uma vaga para o ano que vem, pelo menos considerando só o talento. O problema é que como o próprio piloto afirmou, ele não tem dinheiro para trazer patrocínios a equipe alguma, seja ela uma grande equipe ou uma das novatas.

E isso certamente complica. O que chega a ser irônico quando quase todos os japoneses entraram na Fórmula 1 graças aos milionários patrocínios. Caso não consiga uma vaga na Fórmula 1, Kobayashi afirmou que não tem dinheiro nem para correr na GP2, e a saída seria voltar ao Japão para trabalhar no restaurante de sushi do seu pai. Seria um fim triste e injusto para um piloto promissor. E claro, um grande desperdício. Bem que a Toyota poderia ficar pelo menos mais um ano, já que o piloto que eles procuravam provavelmente havia aparecido.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009



Sempre disse que os jogadores coreanos são considerados os melhores do mundo. Claro que nem sempre eles ganham os torneios mundiais de Starcraft, mas sempre fazem bonito, de uma forma parecida com o Brasil na Copa do Mundo de Futebol. Esse pequeno documentário da National Geograph mostra parte do fanatismo e popularidade que o game desfruta na Coréia do Sul. O vídeo tem como base a WCG de 2005.
Documentário
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terça-feira, 20 de outubro de 2009



A menos que você tenha passado os últimos meses longe da civilização duvido que não tenha criado expectativa em torno da disputa entre Rubens Barrichello e Jenson Button pelo título mundial de Fórmula 1. Pois é, a corrida aconteceu no último domingo e infelizmente o Rubens não conseguiu se manter na briga pelo título. Uma pena, mas de qualquer forma a campanha do piloto foi boa, embora grande parte dos brasileiros tenha a incrível capacidade de não reconhecer esse fato. E isso é grave quando vemos os estrangeiros elogiando a vitalidade e combatividade do Barrichello mesmo aos 37 anos de idade.

Chega a ser triste o comentário de grande parte do pessoal, a maioria não entende nada de Fórmula 1 e a menos que o piloto ganhe o campeonato, parece que ele não é nada. E nem digo isso por ser brasileiro e residir no país, falo como grande amante de Fórmula 1 e muito mais do que um mero torcedor. Acompanho o esporte a mais de 15 anos, praticamente comecei quando o Rubinho sentou pela primeira vez num carro de Fórmula 1. Confesso que no começo tinha esses tipos de pensamento e não o achava bom.

Porém nada que um pouco de experiência em acompanhar as corridas não me fizesse perceber certos detalhes, que infelizmente a mídia nunca conta (por isso entende-se: a rede Globo). Passei a considerar muito o Rubens a partir da fase dele na Honda, e consegui enxergar a linda vitória dele na Alemanha (em 2000), que antes era incapaz de ver. Foi bom vê-lo lutando pelo campeonato esse ano e principalmente notar a vitalidade dele ao longo de todo ele. E aí pergunto: Será que ninguém é capaz de reconhecê-lo pelo esforço e vontade? Ele precisa ganhar um campeonato para provar que é bom?

O começo de campeonato dele realmente não foi dos melhores, mas da metade para frente vimos lindas corridas, com um carro que a essa altura já não era o melhor do grid. As duas vitórias do Rubinho em Valência e em Monza eram improváveis, dado o estado da Brawn naquela altura do campeonato, e mesmo assim ele carregou o carro nas costas. Era impossível que o Rubinho repetisse o feito do Button nessa segunda fase do campeonato, mas ele fez o que pode e até um pouco mais com o carro que tinha.

Aliás, esse pole no Brasil debaixo de chuva também não estava prevista, a RBR era disparada o melhor carro para Interlagos, o Vettel teve apenas uma infelicidade durante os treinos e infelizmente não pôde brigar pela pole, mas era possível ver a força da equipe pelo bom treino do Weeber e a quantidade de combustível que o mesmo carregava. Mesmo assim o Rubinho conseguiu largar na pole, porém era óbvio que vencer essa corrida, embora não fosse impossível, seria improvável.

Infelizmente muitos vêem a "derrota" do Rubens em Interlagos como mais um fracasso do piloto. Ninguém parou para pensar nas condições de pista e no próprio carro do piloto. Aí sempre vêem com aquela conversa que ano passado o Massa fez a parte dele, e blá, blá, blá. Nada contra o Massa, a corrida dele em Interlagos foi excelente e perfeita, mas sempre se deve ressaltar que as condições do Rubinho e do Massa eram bem diferentes. Em 2008, Ferrari e Mclaren eram os melhores carros do grid e sempre lideravam quase todas as provas.

2009 era diferente, Button e Barrichello lutavam com um carro que já tinha condições de perder para BMW, Renault, Toyota, Ferrari, Mclaren, Force India e até mesmo Williams e STR. Da metade para frente muitas equipes se mantinham entre a Brawn e a RBR, variando apenas o jogo de força presente entre uma corrida ou outra. Obviamente Interlagos não seria diferente, e assim foi. Bom, poderia continuar com a conversa, mas prefiro deixar o link para um texto muito interessante do Flávio Gomes.

É um texto muito bom e que desmistifica os exageros cometidos pela mídia e o "povão". E é prova que um piloto para ser bom, não precisa ser campeão do mundo. Afinal há vários pilotos bons e que nunca foram campeões.

http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/10/19/em-defesa-de-barrichello/
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009



Saiu agora pouco no site da Made in Japan uma lista de 13 tradições japonesas imateriais incluídas como Patrimônio Mundial da Unesco. Por enquanto temos 76 itens de 28 países diferentes, o que significa que o Japão tem pelo menos 1/6 do total. Confesso que não conheço a maioria delas, mas é muito bom saber que a Unesco reconheceu parte das tradições clássicas japonesas, que sem sombra de dúvidas é uma das maiores contribuições do país para a humanidade. Quem quiser conferir a lista é só clicar no link abaixo.
Lista
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